4 Passos para Encontrar seu Propósito de Vida

4 Passos para Encontrar seu Propósito de Vida

Já viu pessoas correndo atrás do seu propósito de vida?

Tenho dado palestras em diversos ambientes, desde escolas até empresas sobre o tema de carreiras. O que tenho percebido é a insdiscutível perda de tempo das pessoas no que se refere a descoberta do seu propósito de vida.

Mas antes, temos que falar de escolhas, porque elas no levam ao nosso propósito (ou não). E vou mostrar talvez as 3 maiores escolhas de nossas vidas. Claro na minha lista não incluo amigos, e escolhas diárias, mas no meu pequeno conhecimento de mundo, vi que essas 3 escolhas definiram meu propósito:


1. Como eu irei me sustentar e sustentar minha família.

2. Com quem eu irei passar o resto da minha vida.

3. A que Deus eu irei servir (ou caso decida por servir a nenhum deus).

Partindo desse princípio, quero começar a construir com você (leitor) um caminho para o propósito individual. Algo só seu.


Imagine um quebra-cabeça de 5000 peças. Já é difícil de montar. Agora imagine que a foto é de um céu azulado, onde quase não tem nuvem e apenas aparecem os picos das montanhas na parte de baixo das fotos. Só de pensar já dá um desespero, verdade?!. Na montagem desse quebra-cabeça você até pode encontrar uma pecinha que encaixa no lugar onde você está “batalhando”. Mas vai perceber que o “tom de azul” não encaixa com o contexto.


Por isso gosto de afirmar que cada pessoa nasceu com um propósito, e que só ele pode cumpri-lo em sua totalidade. Até haverá outra pessoa que se encaixa naquele espaço, mas ninguém fará exatamente o que você foi designado para fazer.


É difícil pensar assim, correto? Até parece haver “forças superiores divinas conspirando” a nosso favor. Mas também gosto de pensar que ninguém nasceu neste mundo só para ser mais uma barriga para ser alimentada ou ser uma zumbi ambulante.


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Então veja os 4 passos que te ajudarão a encontrar o seu propósito:

1. O primeiro passo é a VOCAÇÃO é a junção de quem somos com as nossas escolhas. Gosto de dizer que é aquilo que eu amo fazer, e aquilo que o mundo precisa.

Não podemos excluir a perspectiva de ter um chamado (do sentido religioso) para uma atividade laborativa. Quando sentimos que temos um vocação estamos chegando perto de entender mais sobre nós mesmo.


2. O segundo passo é a PROFISSÃO. É aquilo que você ama fazer e também será pago por isso. Muitos fazem escolhas baseados em sonhos de crianças, influência da família, moda, prestígio social, escolha de reparação (ex.: quer ser psicólogo para se conhecer melhor ou fazer medicina para ajudar alguém da família) ou até escolha como identificação (ex.: segue a profissão de algum profissional que admira).


3. O próximo passo é a PAIXÃO. Pode ser uma diversão, um prazer, um hobby. Se você gosta de matemática ou de caça-palavras, de jogar vôlei ou ajudar animais… enfim, pense no que você ama, gosta muito de fazer e, ainda por cima, é bom ou tem vontade de ser bom um dia. É aquilo que faz o seu coração bater mais depressa.

Tem um pequeno exercício que pode te ajudar a descobrir sua paixão. Responda duas perguntas de forma sincera:

Você acabou de ganhar na loteria e nunca mais vai ter que trabalhar na vida. O que você vai fazer pelos próximos dois anos?

Você acaba de descobrir que sofre de uma doença incurável e tem apenas dois anos de vida. O que você vai fazer da sua vida nesses dois anos finais?

Se a sua resposta for a mesa para as duas perguntas: essa é sua paixão!


4. E o último passo é a MISSÃO. Imagine um míssil disparado pelo piloto de um avião de guerra, e errar o seu alvo. Ele foi um míssil inútil. Em nossa passagem por esta vida, precisamos ser assertivos nas decisões, ações e relacionamentos. Me recuso a acreditar que Deus criou cada pessoa para estar nesta terra ao acaso. Cada um tem uma missão (ou missões) que precisam ser realizadas.

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Texto escrito por Samuel Costa, formado em Psicologia, Coach Psychologist, especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional e também no desenvolvimento parental através da Parentalidade Saudável.


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